Estava com um casal de amigos no Souza (Praia do forte).
Depois de algum tempo um cara se aproximou se apresentando e perguntando se podia participar do papo que, segundo ele, parecia estar bem interessante. Respondemos que sim e o papo continuou.
Ele foi direcionando o papo pra mim, enquanto o casal de amigos conversava entre eles.
Um papo bem interessante, mas uma mania estranha. Ele não tirava a mão esquerda do bolso.
Isso mesmo!!
Lá estava a aliança do sujeito.
De repente ele lança:
- Será que podemos nos ver quando voltarmos pra Salvador?
E eu, sem nenhuma cerimônia, respondi:
- Sua esposa vai junto?
A criatura levou um susto e começou a gaguejar:
- Nonono
- Nonono
Eu disse:
- Nonono? Não entendo essa língua!
Chamei o casal e perguntei:
- Ele tá tentando falar alguma coisa. Ele fala, repetitivamente, nonono. Vocês sabem o que significa?
E quando os dois disseram que não, eu me virei pro sujeito e disse:
- Sinto muito, não entendemos sua língua. É melhor você conversar com sua esposa que deve entender.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
O Portão e a Pipoca do Chiclete
Estava passando o carnaval, com meu ex namorado e alguns amigos, num prédio que fica no circuito do carnaval em Ondina.
Quando passava um trio com uma pipoca mais tranquila, ficávamos do lado de fora pra curtir o trio pertinho. Quando passava um trio com uma pipoca mais violenta, entrávamos no prédio e curtíamos lá de dentro.
O próximo trio que passaria seria o do Chiclete, logo, todos pra dentro.
Estávamos lá dentro, nos sentindo mais do que seguros, quando começou o empurra-empurra da pipoca do Chiclete. Os pipoqueiros pulavam, socavam, chutavam, enquanto os foliões que estavam encostados no portão eram esmagados. Nessa confusão toda, a polícia chegou abrindo espaço e, com isso, a pressão dos que estavam sendo esmagados no portão aumentou e ele se soltou do trilho.
Isso mesmo!! O portão do prédio que estava dando toda segurança pra quem estava dentro, estava sendo carregado pra dentro pelas mãos dos pipoqueiros.
Nesse momento não só as pessoas que estavam sendo esmagadas no portão entraram no prédio, como também boa parte da pipoca violenta.
Pânico geral!!
As pessoas do prédio corriam gritando desesperadas com medo dos pipoqueiros violentos. A escada do prédio ficou lotada de moradores subindo correndo. A cena ficou parecida com a de um incêndio.
Quando cheguei no 1º andar junto com meus amigos, ficamos mais calmos e paramos de subir. Percebemos que faltava um da turma, o meu ex namorado.
Descemos correndo pra ver se tinha acontecido alguma coisa e quando chegamos embaixo de novo, o portão já tinha sido colocado no lugar pelos seguranças, a pipoca colocada pra fora do prédio e meu ex namorado ao invés de "fugir", achou mais importante ir para um canto para defender, com o corpo, o isopor com cerveja que tínhamos descido no início da noite.
Senti muito orgulho dele nesse importante salvamento...rs
Quando passava um trio com uma pipoca mais tranquila, ficávamos do lado de fora pra curtir o trio pertinho. Quando passava um trio com uma pipoca mais violenta, entrávamos no prédio e curtíamos lá de dentro.
O próximo trio que passaria seria o do Chiclete, logo, todos pra dentro.
Estávamos lá dentro, nos sentindo mais do que seguros, quando começou o empurra-empurra da pipoca do Chiclete. Os pipoqueiros pulavam, socavam, chutavam, enquanto os foliões que estavam encostados no portão eram esmagados. Nessa confusão toda, a polícia chegou abrindo espaço e, com isso, a pressão dos que estavam sendo esmagados no portão aumentou e ele se soltou do trilho.
Isso mesmo!! O portão do prédio que estava dando toda segurança pra quem estava dentro, estava sendo carregado pra dentro pelas mãos dos pipoqueiros.
Nesse momento não só as pessoas que estavam sendo esmagadas no portão entraram no prédio, como também boa parte da pipoca violenta.
Pânico geral!!
As pessoas do prédio corriam gritando desesperadas com medo dos pipoqueiros violentos. A escada do prédio ficou lotada de moradores subindo correndo. A cena ficou parecida com a de um incêndio.
Quando cheguei no 1º andar junto com meus amigos, ficamos mais calmos e paramos de subir. Percebemos que faltava um da turma, o meu ex namorado.
Descemos correndo pra ver se tinha acontecido alguma coisa e quando chegamos embaixo de novo, o portão já tinha sido colocado no lugar pelos seguranças, a pipoca colocada pra fora do prédio e meu ex namorado ao invés de "fugir", achou mais importante ir para um canto para defender, com o corpo, o isopor com cerveja que tínhamos descido no início da noite.
Senti muito orgulho dele nesse importante salvamento...rs
domingo, 29 de junho de 2014
A Travessia
Estava no sítio de um amigo com uma turma.
Toda noite a piscina era coberta com uma lona amarrada em ganchos fincados no cimento.
Quando eu passava pela piscina ficava me questionando se aquela lona aguentaria uma travessia rápida por cima dela. Ficava com uma vontade doida de passar correndo, mas como tinha um pouco de medo de afundar, nunca passava.
Conversando com duas amigas comentei sobre o assunto e sobre minha vontade de atravessar. As duas disseram que também não tinham certeza se a lona aguentaria e que, por isso, era melhor não arriscar.
Passamos o dia inteiro bebendo e já estávamos alegrinhas quando vi uma amiga saindo em silêncio e indo em direção a piscina. Logo depois dela, outra amiga se levantou e também foi na mesma direção. Fiquei curiosa e resolvi ir atrás.
Vale ressaltar que as duas amigas que se levantaram foram as que eu comentei sobre a "travessia".
Assim que a primeira chegou na piscina, olhou para os lados, para se certificar que não tinha ninguém, e passou correndo por cima da lona. Quando a segunda viu, não teve dúvida, passou correndo também. E eu? Lógico que não podia ficar de fora da minha própria ideia. E lá fui, correndo por cima da lona enquanto minhas duas amigas ficavam na torcida do outro lado da piscina.
Problema solucionado. A lona não aguentava só uma travessia, aguentava três... e seguidas.
Lona aprovada pelo Inmetro, ops, digo, por três doidas...rs
Toda noite a piscina era coberta com uma lona amarrada em ganchos fincados no cimento.
Quando eu passava pela piscina ficava me questionando se aquela lona aguentaria uma travessia rápida por cima dela. Ficava com uma vontade doida de passar correndo, mas como tinha um pouco de medo de afundar, nunca passava.
Conversando com duas amigas comentei sobre o assunto e sobre minha vontade de atravessar. As duas disseram que também não tinham certeza se a lona aguentaria e que, por isso, era melhor não arriscar.
Passamos o dia inteiro bebendo e já estávamos alegrinhas quando vi uma amiga saindo em silêncio e indo em direção a piscina. Logo depois dela, outra amiga se levantou e também foi na mesma direção. Fiquei curiosa e resolvi ir atrás.
Vale ressaltar que as duas amigas que se levantaram foram as que eu comentei sobre a "travessia".
Assim que a primeira chegou na piscina, olhou para os lados, para se certificar que não tinha ninguém, e passou correndo por cima da lona. Quando a segunda viu, não teve dúvida, passou correndo também. E eu? Lógico que não podia ficar de fora da minha própria ideia. E lá fui, correndo por cima da lona enquanto minhas duas amigas ficavam na torcida do outro lado da piscina.
Problema solucionado. A lona não aguentava só uma travessia, aguentava três... e seguidas.
Lona aprovada pelo Inmetro, ops, digo, por três doidas...rs
domingo, 22 de junho de 2014
A Guitarrista
Estava no "meu camarote", no carnaval, com alguns amigos e esperávamos a passagem do Bloco Me Abraça, com Durval Lelys, para vermos duas amigas que vinham nele.
Avistamos o trio vindo e dando uma parada para falar com o pessoal do Camarote de Ivete.
Quando olhei novamente em direção ao trio, para ver se ele já tinha voltado a andar, avistei minhas duas amigas fora do bloco, vindo em direção ao meu camarote. Uma estava bem e a outra bem... bem perto do fim (rs).
Assim que elas chegaram perto da gente começamos a conversar (dentro do possível rs) e trocar casos que tínhamos presenciados, até então, naquela noite de carnaval.
Papo vai, papo vem e o trio voltou a andar.
Quando foi se aproximando do meu camarote, Durval começou a fazer um solo de guitarra. Minha amiga que estava "perto do fim", lançou uma guitarra imaginária e com um joelho estendido e o outro flexionado ia pulando pra frente e voltava na mesma posição pulando pra trás, enquanto fazia movimentos repetitivos de cabeça pra cima e pra baixo. Nunca vi uma coordenação tão exemplar pra quem se encontrava naquela situação. E ainda por cima conseguiu, durante essa desenvoltura toda, pingar remédio no nariz.
Quando o trio foi passando, os músicos avistaram ela do lado de fora da corda, do lado dos cordeiros, fazendo essa performance sensacional e não resistiram. Todos olharam, começaram a dar risada e Durval, através de gestos, ofereceu a guitarra dele e disse para ela subir.
Graças a Deus, ela era uma guitarrista super profissional e se encontrava muito concentrada não prestando atenção no convite.
O trio passou, o som da guitarra acabou e nossa guitarrista foi embora pra casa.
Só quem estava naquele local e naquele horário que teve a honra de presenciar uma apresentação única de tão alto nível rs.
Avistamos o trio vindo e dando uma parada para falar com o pessoal do Camarote de Ivete.Quando olhei novamente em direção ao trio, para ver se ele já tinha voltado a andar, avistei minhas duas amigas fora do bloco, vindo em direção ao meu camarote. Uma estava bem e a outra bem... bem perto do fim (rs).
Assim que elas chegaram perto da gente começamos a conversar (dentro do possível rs) e trocar casos que tínhamos presenciados, até então, naquela noite de carnaval.
Papo vai, papo vem e o trio voltou a andar.
Quando foi se aproximando do meu camarote, Durval começou a fazer um solo de guitarra. Minha amiga que estava "perto do fim", lançou uma guitarra imaginária e com um joelho estendido e o outro flexionado ia pulando pra frente e voltava na mesma posição pulando pra trás, enquanto fazia movimentos repetitivos de cabeça pra cima e pra baixo. Nunca vi uma coordenação tão exemplar pra quem se encontrava naquela situação. E ainda por cima conseguiu, durante essa desenvoltura toda, pingar remédio no nariz.
Quando o trio foi passando, os músicos avistaram ela do lado de fora da corda, do lado dos cordeiros, fazendo essa performance sensacional e não resistiram. Todos olharam, começaram a dar risada e Durval, através de gestos, ofereceu a guitarra dele e disse para ela subir.
Graças a Deus, ela era uma guitarrista super profissional e se encontrava muito concentrada não prestando atenção no convite.
O trio passou, o som da guitarra acabou e nossa guitarrista foi embora pra casa.
Só quem estava naquele local e naquele horário que teve a honra de presenciar uma apresentação única de tão alto nível rs.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
A Futebolística
Estava assistindo o jogo do Brasil contra o México quando aconteceu um lance duvidoso de gol.
Para tirar a dúvida, a Globo mostrou o lance computadorizado. Quando provou que não era gol, surgiu a frase na tela: no goal.
Nesse momento perguntei a minha amiga se ela tinha entendido porque não tinha sido gol (a bola não tinha ultrapassado totalmente a linha) na intenção de explicar a ela caso não soubesse a regra. Ela, bem firme com todo seu conhecimento futebolístico, respondeu:
- Entendi. Se tivesse sido gol, estaria escrito "yes goal".
Para tirar a dúvida, a Globo mostrou o lance computadorizado. Quando provou que não era gol, surgiu a frase na tela: no goal.
Nesse momento perguntei a minha amiga se ela tinha entendido porque não tinha sido gol (a bola não tinha ultrapassado totalmente a linha) na intenção de explicar a ela caso não soubesse a regra. Ela, bem firme com todo seu conhecimento futebolístico, respondeu:
- Entendi. Se tivesse sido gol, estaria escrito "yes goal".
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Olimpíadas dos Namorados
Éramos quatro casais e resolvemos fazer uma comemoração "tudo junto e misturado" no dia dos namorados.
Como a casa tinha 3 quartos e éramos 4 casais, tive uma ideia para saber quem seria o "casal azarado" que ficaria na sala.
Lancei as "Olimpíadas dos Namorados" (bem professora de educação física rs).
Lancei as "Olimpíadas dos Namorados" (bem professora de educação física rs).
Bolei as provas e distribui as pontuações.
O casal que ficasse em primeiro lugar teria o direito de escolher o quarto que queria ficar, o que ficasse em segundo escolhia em seguida e, assim, sucessivamente, até o último se encaminhar para a sala.
Foi dada a largada!
Cada prova era uma emoção!! Não tinha ideia que o prêmio era tão valioso!!
Discussão entre duas amigas, entre um casal e uma amiga, entre dois casais, sangue na boca de um casal na prova da uva, casal que subiu numa pilastra, na prova de estourar o balão amarrado no pé, e não quis descer para não ter o balão estourado, um casal quase termina o namoro... Enfim, nervos à flor da pele.
Diante das reações dos casais e com medo que algum deles cometesse uma chacina na casa da minha mãe, resolvi me candidatar a vaga da sala, dando por encerrada as Olimpíadas dos Namorados.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Falha na Comunicação
Estava em Madrid com uma amiga e resolvemos ir num barzinho.
Chegando lá todas as mesas estavam ocupadas, mas decidimos esperar.
Passaram alguns minutos e duas mulheres levantaram e foram embora.
Ocupamos a mesa.
Mais alguns minutos e o garçom chegou com dois drinks. Olhamos uma pra outra sem entender nada e minha amiga explicou pro garçom que não tinha sido a gente que tinha pedido aquelas bebidas. Disse a ele que eram outras duas mulheres que estavam naquela mesa e que elas deveriam ter desistido e ido embora.
O garçom disse que tudo bem e se retirou com as bebidas.
Mais um tempinho e o garçom voltou pra saber o que íamos beber. Como estávamos um pouco na dúvida se iríamos ficar ali mesmo ou iríamos pra outro lugar, resolvemos pedir um minuto.
Minha amiga, que fala espanhol, estava no celular e eu me vi forçada a dialogar com o garçom com meu portunhol.
- Um minutito
E o garçom completou:
- Um minutito pra você. Um minutito pra ela.
E eu, achando graça, respondi que sim.
Quando o garçom saiu eu comentei com minha amiga o quanto ele era engraçado, pois eu tinha pedido um minuto e ele deu um minuto pra ela também.
Assim que acabei de falar com minha amiga, o garçom chegou na mesa com duas taças de vinho.
A gente, sem entender nada, disse a ele que não havíamos feito aquele pedido.
O garçom ficou muito nervoso e xingou a gente toda.
Nós dissemos que ele estava errado e levantamos da mesa.
Passamos o resto da noite querendo entender o que tinha acontecido e não conseguimos.
No outro dia, minha amiga estava no banho e deu um grito:
- Entendiiii!!!
E tudo ficou explicado.
Quando pedi um minutito o garçom entendeu eu pedindo um "vinho tinto".
Bem, nós conseguimos entender, mas acho que o garçom continua pensando que nós duas estávamos fazendo ele de palhaço.
Chegando lá todas as mesas estavam ocupadas, mas decidimos esperar.
Passaram alguns minutos e duas mulheres levantaram e foram embora.
Ocupamos a mesa.
Mais alguns minutos e o garçom chegou com dois drinks. Olhamos uma pra outra sem entender nada e minha amiga explicou pro garçom que não tinha sido a gente que tinha pedido aquelas bebidas. Disse a ele que eram outras duas mulheres que estavam naquela mesa e que elas deveriam ter desistido e ido embora.
O garçom disse que tudo bem e se retirou com as bebidas.
Mais um tempinho e o garçom voltou pra saber o que íamos beber. Como estávamos um pouco na dúvida se iríamos ficar ali mesmo ou iríamos pra outro lugar, resolvemos pedir um minuto.
Minha amiga, que fala espanhol, estava no celular e eu me vi forçada a dialogar com o garçom com meu portunhol.
- Um minutito
E o garçom completou:
- Um minutito pra você. Um minutito pra ela.
E eu, achando graça, respondi que sim.
Quando o garçom saiu eu comentei com minha amiga o quanto ele era engraçado, pois eu tinha pedido um minuto e ele deu um minuto pra ela também.
Assim que acabei de falar com minha amiga, o garçom chegou na mesa com duas taças de vinho.
A gente, sem entender nada, disse a ele que não havíamos feito aquele pedido.
O garçom ficou muito nervoso e xingou a gente toda.
Nós dissemos que ele estava errado e levantamos da mesa.
Passamos o resto da noite querendo entender o que tinha acontecido e não conseguimos.
No outro dia, minha amiga estava no banho e deu um grito:
- Entendiiii!!!
E tudo ficou explicado.
Quando pedi um minutito o garçom entendeu eu pedindo um "vinho tinto".
Bem, nós conseguimos entender, mas acho que o garçom continua pensando que nós duas estávamos fazendo ele de palhaço.
As Pulseiras de "Ouro"
Era Réveillon.
Resolvemos comprar pista ao invés de camarote, pois a diferença no valor estava alta e tínhamos certeza que conseguiríamos nos divertir em qualquer lugar, pois estávamos num grupo de oito pessoas... oito pessoas bem animadas!
Na entrada da pista, colocaram as pulseiras, de cor laranja, em nossos braços. Assim que todos entraram, eu olhei pra trás pra ver se tinha alguém conhecido. Não vi ninguém, mas enxerguei um "chumasco" de pulseiras da pista no bolso da calça do segurança. Não sei porque tive uma vontade enorme de pegar algumas, pois todos da minha turma já estavam devidamente "empulseirados". Mas, como tenho um leve problema de não segurar meus impulsos, voltei na entrada e, sem que o segurança percebesse, puxei um bolinho de pulseiras do bolso dele. Vieram 10.
Quando escolhemos o lugar pra ficar, decidimos que alguns iriam no bar comprar as bebidas. Os homens foram. Demoraram um bocado e voltaram sem nada. Disseram que estava uma desorganização danada e que ninguém estava conseguindo comprar nada. As mulheres não acreditaram e resolveram pegar o dinheiro e comprar as bebidas. Chegando no bar, constatamos a informação dos rapazes. As filas dos caixas estavam enormes, os bares entupidos, as bebidas ainda estavam chegando, não tinha gelo... enfim, caos total.
Voltamos pro nosso lugar e ficamos desolados sem querer acreditar que passaríamos um Réveillon daquela forma.
Durante esse momento de tristeza profunda, olhei pro camarote all inclusive com um desejo enorme de estar lá. De longe avistei todos bebendo, comendo, dançando e sorrindo. Estava maravilhoso!!!
Avistei que as pulseira eram brancas. Por um minuto desejei que a cor do camarote fosse mais parecida com a laranja pra gente tentar entrar e olhei desolada pra minha pulseira. Nesse momento, tive um estalo!
A pulseira era laranja por fora, mas branca por dentro. Igual a do camarote!!!!
Lembrei na hora do "chumasco" de pulseiras que peguei no bolso do segurança.
Comentei com a galera da minha ideia de colocar a pulseira do lado contrário. Todos acharam a ideia boa, mas ninguém se ofereceu para ser a cobaia, exceto uma pessoa... euzinha.
E lá fui eu, com a pulseira ao contrário, branca e linda como a do camarote. Só não tinha escrito a palavra "camarote", mas, como dizem, a noite todos os gatos são pardos, não é mesmo?
Empinei o nariz, subi a escada e passei pelos seguranças.
Na primeira passada, chegaram vários garçons com bebidas e comidas. Escolhi o que queria e fui pra frente do camarote pra poder avistar a galera.
Quando cheguei na frente, olhei pra eles e todos estavam olhando pro camarote esperando pra saber se o plano tinha dado certo ou não. Quando olharam na minha direção, levantei meus braços com a bebida e o petisco. Lá de cima enxerguei o grupo desesperado arrancando a pulseira laranja e colocando a pulseira branca.
A turma inteira conseguiu entrar no camarote. Comemos, bebemos e dançamos a noite inteira.
Fomos os últimos a irmos embora, afinal, tínhamos que fazer jus ao valor do camarote rs.
Resolvemos comprar pista ao invés de camarote, pois a diferença no valor estava alta e tínhamos certeza que conseguiríamos nos divertir em qualquer lugar, pois estávamos num grupo de oito pessoas... oito pessoas bem animadas!
Quando escolhemos o lugar pra ficar, decidimos que alguns iriam no bar comprar as bebidas. Os homens foram. Demoraram um bocado e voltaram sem nada. Disseram que estava uma desorganização danada e que ninguém estava conseguindo comprar nada. As mulheres não acreditaram e resolveram pegar o dinheiro e comprar as bebidas. Chegando no bar, constatamos a informação dos rapazes. As filas dos caixas estavam enormes, os bares entupidos, as bebidas ainda estavam chegando, não tinha gelo... enfim, caos total.Voltamos pro nosso lugar e ficamos desolados sem querer acreditar que passaríamos um Réveillon daquela forma.
Durante esse momento de tristeza profunda, olhei pro camarote all inclusive com um desejo enorme de estar lá. De longe avistei todos bebendo, comendo, dançando e sorrindo. Estava maravilhoso!!!
Avistei que as pulseira eram brancas. Por um minuto desejei que a cor do camarote fosse mais parecida com a laranja pra gente tentar entrar e olhei desolada pra minha pulseira. Nesse momento, tive um estalo!
A pulseira era laranja por fora, mas branca por dentro. Igual a do camarote!!!!
Lembrei na hora do "chumasco" de pulseiras que peguei no bolso do segurança.
Comentei com a galera da minha ideia de colocar a pulseira do lado contrário. Todos acharam a ideia boa, mas ninguém se ofereceu para ser a cobaia, exceto uma pessoa... euzinha.
E lá fui eu, com a pulseira ao contrário, branca e linda como a do camarote. Só não tinha escrito a palavra "camarote", mas, como dizem, a noite todos os gatos são pardos, não é mesmo?
Empinei o nariz, subi a escada e passei pelos seguranças.
Na primeira passada, chegaram vários garçons com bebidas e comidas. Escolhi o que queria e fui pra frente do camarote pra poder avistar a galera.
Quando cheguei na frente, olhei pra eles e todos estavam olhando pro camarote esperando pra saber se o plano tinha dado certo ou não. Quando olharam na minha direção, levantei meus braços com a bebida e o petisco. Lá de cima enxerguei o grupo desesperado arrancando a pulseira laranja e colocando a pulseira branca.
A turma inteira conseguiu entrar no camarote. Comemos, bebemos e dançamos a noite inteira.
Fomos os últimos a irmos embora, afinal, tínhamos que fazer jus ao valor do camarote rs.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Felicidade de um Setentão
Eu, minha mãe e meu irmão fomos para o aniversário de meu tio, de 70 anos, em Brasília.
A felicidade dele estava tão grande que, apesar da correria do dia, devido aos preparativos da festa, fez questão de nos buscar no aeroporto.
Na ida do aeroporto pra casa onde ficaríamos meu irmão perguntou se ele podia parar em algum lugar para ele comprar cigarro.
A euforia do meu tio, causada pela felicidade de termos ido, estava tão grande que ele acabou transmitindo em sua resposta:
- Meu sobrinho, hoje, só não deixo você comer meu #@% . O resto pode me pedir o que quiser.
A felicidade dele estava tão grande que, apesar da correria do dia, devido aos preparativos da festa, fez questão de nos buscar no aeroporto.
Na ida do aeroporto pra casa onde ficaríamos meu irmão perguntou se ele podia parar em algum lugar para ele comprar cigarro.
A euforia do meu tio, causada pela felicidade de termos ido, estava tão grande que ele acabou transmitindo em sua resposta:
- Meu sobrinho, hoje, só não deixo você comer meu #@% . O resto pode me pedir o que quiser.
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