terça-feira, 29 de julho de 2014

Correria



Amigos, estou numa correira danada e, por isso, sumi um pouco do Blog.
Assim que organizar a vida volto com novas histórias.
De vez em quando passeiem por aqui que quando menos esperarem eu já voltei.
Beijo

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Os Falsificadores

Como todos sabem, sou igual a uva, só ando em cacho. Completamente dependente da companhia de minhas "uvinhas".
Em um carnaval, fiquei hospedada no apartamento de um amigo que mora no Circuito Ondina. Tudo lindo e maravilhoso, mas faltava algo... o acesso de minhas "uvas" no prédio.
Cada apartamento recebeu 10 pulseiras e meu amigo, dono do apartamento, me cedeu duas (a minha e a do meu ex namorado) para cada dia. As outras ele deu pra seus familiares e amigos. Nada mais justo!
Meus amigos iam pra porta do prédio para ficarmos juntos, mas não tinham a "mordomia" que eu tinha (entrar na hora de uma pipoca violenta, banheiro limpo e fácil, lugar pra sentar pra descansar um pouco...) e isso me incomodava. Queria todos juntos e misturados.
Foi aí que veio a ideia!!!
Chamei uma amiga e disse:
- Por que não fazemos umas pulseiras no computador? Colocamos a cor do dia e o nome do prédio. Com certeza, vai passar. E ela concordou.
No outro dia, quando acordamos, fomos na casa dela e "confeccionamos" as pulseiras.
À noite, a medida que as "uvas" iam chegando eu ia entregando as pulseiras.
Pronto! Perfeito! Todos com os mesmo direitos.
Eu disse perfeito? Na verdade, quase perfeito. 
Caiu uma chuva fortíssima que pegou todo mundo atrás do trio e não teve como correr. Ela molhou todos dos pés a cabeça, inclusive, os braços. E o que isso tem a ver? As pulseiras confeccionadas foram impressas em papel ofício e com a chuva, todas rasgaram, menos a minha e do meu ex que eram verdadeiras.
Todos fora do prédio de novo.
No outro dia acordei e ainda não conformada de não ficarmos juntos em todos os momentos comecei a olhar as pulseiras dos outros dias. Viro pra cá, viro pra lá e o que vejo? O telefone e o endereço do lugar que o prédio encomendou as pulseiras. Ficava no bairro que um casal de amigos morava. 
Celular na mão imediatamente:
- Amigo, achei o contato da fábrica das pulseiras aqui do prédio. Passa lá e encomenda as cores que ainda serão usadas nos próximos dias pra turma toda.
E ele foi mais do que imediato.
Chegando lá, só vendiam o cento. Algum problema? Nenhum. 
Não, calma, a turma não tinha 100 pessoas. Éramos bem menos. 
Usamos as que precisávamos e guardamos as outras.
E assim terminamos o carnaval daquele ano. Todos juntos, com acesso ao prédio e sem medo de chuva.
E as pulseiras que sobraram, jogamos fora? Nunca. Todas foram muito bem utilizadas em festas que ocorriam durante o ano e coincidiam a cor.

O Dendezeiro

Estávamos na fazenda de um amigo, num dia de água dura (como dizem os baianos) e quando o dia foi terminando e já estávamos em água, resolvemos fazer um luau perto de um lago embaixo de uns dendezeiros.
Ficamos ali sentados, com exceção do violeiro que estava tocando deitado porque não conseguia nem mais ficar sentado, e cantando até que tive a infeliz ideia de "cismar" com um dendezeiro que tinha umas madeiras fincadas em seu tronco simulando uma escada.
Olhei pra ele, ele olhei pra mim e não tive dúvida: resolvi subir a escada do dendezeiro. Pra que? Não me façam essa pergunta. Nem eu mesma sei responder.
Subi um degrau, depois subi outro e escutei uma amiga:
- Chega, Croudi, tá bom!
Mas eu olhava pra cima e queria mais. O céu era o limite rs.
E lá fui eu, mais um degrau. 
Estava no terceiro degrau quando resolvi subir mais um para parar. 
Foi aí que tirei o pé direito pra passar pra cima e a madeira do 3º degrau, onde eu estava, inclinou.
Nesse momento, percebi que ia me esborrachar no chão e a única coisa que deu tempo de fazer foi gritar pra um amigo que estava embaixo do dendezeiro, tirando foto:
- Sai de baixoooooo!!!!
Puft!
E lá estava o corpo estendido no chão.
Acho que nessa hora a cachaça de todo mundo zerou. Meus amigos ficaram doidos. Correram pra cima de mim pra ver se eu tinha me machucado e quando comprovaram o "prejuízo" (arranhões e cortes por todo o corpo, pedra fincada no pé, corpo todo dolorido, hematomas começando a se formar...) começaram a questionar o que poderiam fazer como primeiros socorros.
Nesse momento, uma amiga tomou a atitude: me pegou, me levou pro lago, lavou os arranhões, me tirou do lago e jogou whisky em todo meu corpo. Isso mesmo... whisky. Segundo ela funcionava pra curar as balas de revólver nos faroestes e, portanto, serviria no meu caso também. 
Na volta pra Salvador fui num médico e ele disse que tudo ia se normalizar. Quando perguntei da eficácia do whisky ele deu uma risadinha, o que não me deu certeza até hoje, se foi bom ou ruim rs.
Dessa história toda aprendi algumas lições: Uma escada em dendezeiro não é confiável, o dendezeiro não é inofensivo como o coqueiro, ele é cheio de pontas duras que cortam e ferem muito e que whisky em arranhão, se é eficaz ou não ainda não sei, mas que arde, arde.
Depois dessa não subo nem em pé de melancia rsrs


O Garçom Obediente

Estava num barzinho com uma amiga tomando cerveja e colocando o papo em dia.
O papo estava tão agradável que fomos pedindo uma cerveja atrás da outra sem perceber que o número estava crescendo rapidamente.
Depois de algumas, eu disse a minha amiga que o número de cerveja já estava bom e que deveríamos pedir a conta. Ela concordou, na hora, sem questionar. 
Só teve um problema. Quando o garçom chegava, empolgadas com o papo, acabávamos pedindo mais uma cerveja ao invés da conta. 
Depois da "sem vergonhice" em dupla, olhávamos uma pra outra e caíamos na risada.
Depois da terceira "proibida" minha amiga teve uma ideia para, finalmente, colocar um fim naquela noite.
Assim que o garçom chegou na mesa, mais uma vez, ela disse:
- Traga mais uma cerveja pra gente e depois dessa não traga mais nenhuma... Mesmo que a gente peça.
Ele fez uma cara tipo "que loucas", mas obedeceu o comando e, apesar, de tentarmos quebrar a regra, não tivemos sucesso, pois fomos, realmente, proibidas de beber pelo próprio garçom.
Esse, sem dúvida, mereceu os 10% rs.

domingo, 6 de julho de 2014

A Aula de Auto Defesa

Estávamos num sítio fazendo um churrasco e conversando, quando um amigo, bem animadinho por causa da cerveja, começou a demonstrar em uma amiga como ela se livraria caso algum ladrão pegasse ela pelos punhos.
Apesar dela falar que ele estava apertando com força e que era pra parar, ele repetia o movimento incansavelmente.
Depois de mais ou menos meia hora de aula, ele pegou mais uma vez os braços dela e disse:
- Pronto. Agora é a sua vez! Faz de conta que sou o ladrão. 
- E agora, o que você faz pra se livrar do ladrão? (Crente que ela ia realizar os movimentos ensinados por tanto tempo).
Ela, já sem paciência com aquela aula sem fim e querendo que ele parasse de apertar os braços dela, simplesmente disse:
- ME LAR-GUE !!
E ele, completamente desapontado e com medo do tom da voz que ela usou, foi soltando os braços dela aos poucos.
Nunca vi uma auto defesa tão eficiente.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Cantadinha da Aposta

Não é segredo pra ninguém que eu adoro a Borracharia, inclusive, para meu futuro marido, pai dos meus 8 filhos rsrs.
Resolvi comemorar meu aniversário lá e mandei a seguinte mensagem:
- Irei comemorar meu aniversário sexta-feira e adoraria que você fosse. Se você acertar o lugar, te dou 10 beijos, se você errar, você me dá 10 beijos.
Ele respondeu:
- Borracharia rs
E eu completei:
- Vixe! Estou com uma dívida com você agora e preciso pagar logo porque detesto dever! rsrs