Ganho pouco, mas me divirto rs
Entrei na sala pra aplicar as Olimpíadas de Matemática e comecei a explicar como eles deveriam preencher o gabarito:
- Marquem as opções na prova e depois passem pro gabarito. A prova vocês podem marcar a lápis, caneta vermelha, preta, verde... Mas no gabarito só podem marcar com caneta preta ou azul. Entenderam?
- Siiimmmm
Mas acho que não tinham entendido...
Foi só eles começarem a fazer a prova e os dedos começaram a subir:
- Pró, pode marcar a prova com caneta vermelha?
- Pode com lápis?
- Pode com caneta verde?
- Pode... ? Pode...? Pode...?
E antes que eles perguntassem por todas as cores existentes no planeta, resolvi resumir:
- Gente, a prova vocês podem marcar até com cuspe. Escolham a opção, mirem e mandem ver. Mas o gabarito, só pode ser com caneta azul ou preta. Entenderam?
- Siiiimmmm (com risos)
E dessa vez entenderam mesmo.
Acho que aprendi a língua dos alunos rsrs
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
A Bipolar
Estava na casa de uma amiga e enquanto ela tomava banho eu conversava com o avô dela (um senhorzinho da cabeça toda branca, mão fofa e histórias únicas).
Conversa vai, conversa vem e ele começou a falar da irmã dele. Disse que tentava ajudá-la de toda forma, pois a mesma, no passado, tinha deixado de estudar e passado a costurar para pagar os estudos dele e, por isso, ele devia tudo o que era a ela.
Dentre todos os problemas que a irmã enfrentava, o maior era a filha.
Ele disse que a "criatura" não queria nada com a vida e que ainda por cima só se envolvia com homem que não valia nada.
Diante dessa colocação eu perguntei:
- É mesmo? Ela tem algum problema?
Ele, imediatamente, respondeu:
- Tem. Ela é bipolar.
E antes que eu fizesse alguma outra pergunta ele finalizou:
- Ora gosta de P... grande, ora gosta de P... pequena.
E eu, em plena crise de risos, respondi:
- É, acho que pra "esse bipolarismo" não existe remédio.
Conversa vai, conversa vem e ele começou a falar da irmã dele. Disse que tentava ajudá-la de toda forma, pois a mesma, no passado, tinha deixado de estudar e passado a costurar para pagar os estudos dele e, por isso, ele devia tudo o que era a ela.
Dentre todos os problemas que a irmã enfrentava, o maior era a filha.
Ele disse que a "criatura" não queria nada com a vida e que ainda por cima só se envolvia com homem que não valia nada.
Diante dessa colocação eu perguntei:
- É mesmo? Ela tem algum problema?
Ele, imediatamente, respondeu:
- Tem. Ela é bipolar.
E antes que eu fizesse alguma outra pergunta ele finalizou:
- Ora gosta de P... grande, ora gosta de P... pequena.
E eu, em plena crise de risos, respondi:
- É, acho que pra "esse bipolarismo" não existe remédio.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Banheiro Trocado
Eu e uma amiga costumávamos curtir a noitada em um Pub no Rio Vermelho.
Depois de um tempo, enjoamos um pouco e resolvemos dar um tempo.
Passado uns meses, decidimos matar a saudade e voltamos no Pub.
Música vai, cerveja vem... Hora de ir no banheiro. E lá fomos nós!
Minha amiga estava animadíssima e foi dançando, de costas, na direção do banheiro pra continuar conversando comigo.
E lá foi ela porta adentro.
Assim que ela empurrou a porta, com as costas, foi que eu olhei pro lado e enxerguei uma plaquinha com o desenho de um homem.
Isso mesmo!! O Pub tinha passado por uma reforma e tinham trocado os banheiros de lugar: o masculino tinha ido pro lugar do feminino e o feminino pro lugar do masculino.
Bem, voltando...
Na hora que vi a plaquinha, gritei, mas, como dizia meu pai, "tarde piaste na garganta passaste", ou seja, tarde demais!!
Minha amiga já estava lá dentro do banheiro masculino, tirando a concentração dos rapazes e fazendo todos errarem o alvo do mictório.
Depois de um tempo, enjoamos um pouco e resolvemos dar um tempo.Passado uns meses, decidimos matar a saudade e voltamos no Pub.
Música vai, cerveja vem... Hora de ir no banheiro. E lá fomos nós!
Minha amiga estava animadíssima e foi dançando, de costas, na direção do banheiro pra continuar conversando comigo.
E lá foi ela porta adentro.
Assim que ela empurrou a porta, com as costas, foi que eu olhei pro lado e enxerguei uma plaquinha com o desenho de um homem.
Isso mesmo!! O Pub tinha passado por uma reforma e tinham trocado os banheiros de lugar: o masculino tinha ido pro lugar do feminino e o feminino pro lugar do masculino.
Bem, voltando...
Na hora que vi a plaquinha, gritei, mas, como dizia meu pai, "tarde piaste na garganta passaste", ou seja, tarde demais!!
Minha amiga já estava lá dentro do banheiro masculino, tirando a concentração dos rapazes e fazendo todos errarem o alvo do mictório.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Aqui se faz, aqui se paga.
Os alunos aprontam comigo, mas eu também apronto com eles.Entrei na sala, agora a tarde, pra aplicar a prova de Matemática e Ciências e disse:
- Essa turma é massa e, por isso, vou deixar vocês consultarem!!
Momento de euforia!!!
Quando os gritos cessaram, eu completei:
- A memória. Podem consultar a memória. Rsrs
domingo, 18 de maio de 2014
A Cerveja Proibida
Uma amiga que não está saindo muito, pois está com uma filhinha de 1 aninho, me chamou pra ir num aniversário de criança no prédio dela. Quando me ligou, disse toda animada que seria uma oportunidade para tomarmos uma cervejinha e colocarmos o papo em dia, enquanto a filhota curtiria a festa com a babá.
Lá fomos nós...
Passou o 1º garçom com refrigerante e suco. Passou o 2º com refrigerante e suco. Passou o 3º com refrigerante e suco...
Minha amiga que estava doida pra tomar uma cerveja, chamou o garçom e perguntou se tinha a bebida desejada.
Logo em seguida veio a resposta:
- Não, senhora, é aniversário de cristão.
Não sabíamos se ríamos ou chorávamos.
Como ela estava afim de beber, não se deu por convencida e arrumou a solução.
Cada hora uma subia no apartamento dela, no 15º andar, enchia o copo da filhinha dela com cerveja e descia. Como o copo era com desenhos coloridos não mostrava o líquido e podíamos beber na festa cristã sem sermos descobertas.
Nunca andei tanto de elevador na minha vida.
Lá fomos nós...Passou o 1º garçom com refrigerante e suco. Passou o 2º com refrigerante e suco. Passou o 3º com refrigerante e suco...
Minha amiga que estava doida pra tomar uma cerveja, chamou o garçom e perguntou se tinha a bebida desejada.
Logo em seguida veio a resposta:
- Não, senhora, é aniversário de cristão.
Não sabíamos se ríamos ou chorávamos.
Como ela estava afim de beber, não se deu por convencida e arrumou a solução.
Cada hora uma subia no apartamento dela, no 15º andar, enchia o copo da filhinha dela com cerveja e descia. Como o copo era com desenhos coloridos não mostrava o líquido e podíamos beber na festa cristã sem sermos descobertas.
Nunca andei tanto de elevador na minha vida.
Carona no Trio
Era carnaval.
Eu e meus amigos pulávamos há horas no "meu camarote".
De repente, meus amigos começaram a ir embora um por um.
Parei pra pensar que estava chegando minha hora também.
Ia ter que andar até o final do Circuito Ondina.
Cansada e com preguiça de fazer todo o trajeto sozinha, tive uma ideia.
Esperei o próximo trio passar e fiz sinal de carona pro motorista.
Carona pedida. Carona dada.
Passei por debaixo da corda, me misturei com os foliões do bloco e entrei na boleia do trio.
E assim voltei pra casa: de carona no trio, curtindo mais um pouquinho do carnaval dentro da boleia.
Eu e meus amigos pulávamos há horas no "meu camarote".
De repente, meus amigos começaram a ir embora um por um.
Parei pra pensar que estava chegando minha hora também.
Ia ter que andar até o final do Circuito Ondina.
Cansada e com preguiça de fazer todo o trajeto sozinha, tive uma ideia.
Esperei o próximo trio passar e fiz sinal de carona pro motorista.
Carona pedida. Carona dada.
Passei por debaixo da corda, me misturei com os foliões do bloco e entrei na boleia do trio.
E assim voltei pra casa: de carona no trio, curtindo mais um pouquinho do carnaval dentro da boleia.
A Fila
Choveu demais e o local da festa ficou alagado e com muito barro. Não gostando muito, eu e uma amiga resolvemos ir pro Souza enquanto as outras duas resolveram continuar na festa junto com mais quatro conhecidos que tinham encontrado.
Assim que entramos no Souza, fecharam o portão e começaram a cobrar a entrada.
Não querendo que minhas amigas pagassem a entrada fui até à bilheteria dizer que elas estavam chegando com um grupo e se ele liberava a entrada das duas.
O bilheteiro disse que se fossem quinze pessoas ele liberava.
Quando elas chegaram estavam acompanhadas dos quatros conhecidos que tinham encontrado na festa.
Peguei o dinheiro deles, fui na bilheteria e disse:
- Aqui já tem quatro. O resto tá chegando.
Peguei as entradas e pensei: o que fazer com os onze que faltam?
Olhei pra fila e ela estava enorme! Foi aí que veio a ideia.
Fui nas últimas pessoas da fila e disse que se eles quisessem eu poderia comprar pra eles sem pegar fila. Eles toparam. Peguei a grana de dois, fui direto no bilheteiro, comprei as duas e disse:
- Mais duas. Agora já são 6. Faltam 9 que estão chegando.
Os antepenúltimos da fila tinham escutado a conversa e quando voltei pra entregar os ingressos para os últimos, me pediram pra eu comprar pra eles também. E assim continuou...
Quando fechei as quinze pessoas, falei com o bilheteiro que todos os "meus amigos" já tinham comprado e que era hora dele liberar as meninas.
Trato feito. Trato cumprido.
O único problema, foi que quando estava prestes a entrar fui cercada por várias pessoas da fila com dinheiro na mão me pedindo pra comprar os ingressos. Acho que estavam pensando que eu era da organização da festa.
Com medo de voltar no bilheteiro e ele desconfiar de alguma coisa, disse que tinha dado um problema no palco e que eu teria que entrar pra resolver. Falei para todos voltarem pra fila que assim que eu resolvesse, voltava pra comprar pra eles.
Entrei e nunca mais saí.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Boliche Humano
Eu, duas amigas e um amigo resolvemos curtir a noite no Twist.
Quase no final da noitada meu amigo resolveu tirar uma foto para registrar aquela saidinha. Quando nos juntamos, percebi que faltava uma amiga. Procurei por ela e a vi do outro lado conversando com um paquera.
Pedi pro meu amigo esperar um pouco que iria chamá-la, pois a foto tinha que ser completa.
Para agilizar o processo, saí de forma ligeira e não percebi que o chão estava molhado. No segundo passo que dei, fui ao chão. Mas eu não caí e fiquei. Eu caí e saí deslizando, de norte a sul no Twist, em direção a minha amiga.
Na frente dela estava um cara que, quando me viu chegando em toda velocidade, puxou o corpo pro lado e me deu passagem.
Assim que ele se afastou, olhei pra cima e vi os olhos, da minha amiga, arregalados, dizendo, claramente, FU...!
S T R I K E
E continuamos, as duas, a deslizar pelo chão do Twist até encontrar uma parede.
Ficamos um ano sem voltar no estabelecimento na tentativa de cairmos no esquecimento.
Quase no final da noitada meu amigo resolveu tirar uma foto para registrar aquela saidinha. Quando nos juntamos, percebi que faltava uma amiga. Procurei por ela e a vi do outro lado conversando com um paquera.
Pedi pro meu amigo esperar um pouco que iria chamá-la, pois a foto tinha que ser completa.
Para agilizar o processo, saí de forma ligeira e não percebi que o chão estava molhado. No segundo passo que dei, fui ao chão. Mas eu não caí e fiquei. Eu caí e saí deslizando, de norte a sul no Twist, em direção a minha amiga.
Na frente dela estava um cara que, quando me viu chegando em toda velocidade, puxou o corpo pro lado e me deu passagem.
Assim que ele se afastou, olhei pra cima e vi os olhos, da minha amiga, arregalados, dizendo, claramente, FU...!
S T R I K E
E continuamos, as duas, a deslizar pelo chão do Twist até encontrar uma parede.
Ficamos um ano sem voltar no estabelecimento na tentativa de cairmos no esquecimento.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
O Motel
Época de faculdade.Eu, duas amigas e três amigos estávamos fazendo um trabalho.
Num dos intervalos do trabalho, pra descansar a mente, começamos a conversar. No meio desse papo, surgiu o tema sexo.
Papo vai, papo vem, um dos meninos se empolgou mais do que devia e lançou a proposta:
- Por que não vamos todos para um motel agora (a faculdade ficava perto de vários motéis)? Vai ser um segredo nosso! Ninguém que não esteja aqui precisa ficar sabendo!
Os outros meninos, com um brilho nos olhos que mais parecia a luz do sol, movimentavam a cabeça fazendo "sim" repetitivamente.
Eu e minhas amigas, que tínhamos uma facilidade enorme de nos comunicarmos pelos olhares, trocamos alguns e respondemos que topávamos.
Momento de euforia dos meninos: Corriam pra um lado e outro, jogavam as mochilas pra cima, batiam palmas, davam risadas...
Passada um pouco a euforia, eu disse:
- E aí, vamos?
Eles, mais do que depressa, pegaram as mochilas e colocaram nas costas.
Partimos para o estacionamento.
Chegando lá, fizemos a proposta de todos irem juntos no mesmo carro, já que minha amiga estava numa caminhonete grande.
Todos dentro do carro, fomos para o motel.
Assim que passamos pela portaria (alguns escondidos pro motel não barrar), pedimos para os meninos deixarem as mochilas no carro e descerem para ajudar na manobra, já que o carro era do pai da minha amiga e ela não tinha experiência em estacionar carro grande.
Os meninos, eufóricos do jeito que estavam, não questionavam nada e obedeciam qualquer ordem.
Assim que eles desceram do carro, a gente deu meia volta, se mandou do motel e voltou pra faculdade.
Já estávamos na sala de aula quando, depois de 30 minutos mais ou menos, chegaram na porta os três amigos, completamente suados e ofegantes, pois as mochilas com as carteiras ficaram com a gente no carro e eles tiveram que voltar a pé.
Nesse momento já tínhamos contato toda história pra turma e vaias e gargalhadas dominaram o ambiente.
Foi necessário um semestre para sermos perdoadas.
terça-feira, 13 de maio de 2014
A "Dupra"
Estava na quadra com meus alunos jogando Futsal, quando um
aluno de outra turma me chama e fala:
- Pró, deixa eu fazer
a “dupra”?
- Não, mas deixa, pró!
- Você pediu o que mesmo?
-Pra fazer a “dupra”.
- "Dupra" não. É dupla. Fala certo que eu deixo.
Passaram-se quase 30 minutos com o aluno no meu “pé d’ouvido”:
- Dupra, drupa, drupra, duuuupra, druuupa, druuupraaa....
E nada de sair dupla
Resolvi aumentar o desafio:
- Acerta que deixo você e os seus amigos jogarem.
Os amigos correram pra cima dele e gritaram:
- Falaaa!!! Falaaa!!! Presta atenção: dupla, dupla, duplaaa
E ele começou de novo:
- Dupra, drupa, drupra, duuuupra, druuupa, druuupraaa....
A aula estava acabando e como “recompensa”, por tanto esforço, permiti
que ele jogasse um pouquinho.
Quando a aula terminou, chamei o aluno e disse:
- Quando você falar “dupla” certo vou deixar você jogar uma aula inteira.
No outro dia o aluno chegou e falou:
- Pró, DUPLAAA!!!
Perto do Fim
Eu e uma amiga fomos a uma festa.Depois de um tempo, achei que minha amiga já tinha passado da cota.
Como ela nunca mente o "estado de alegria", resolvi perguntar pra saber se íamos embora ou se ficávamos mais.
- Amiga, você tá bem?
Ela respondeu:
- Tô bem...
Eu pensei, ufa, que bom!
E ela logo em seguida completou:
- Beeemm perto do fim.
- Táááxiiiii!!!
segunda-feira, 12 de maio de 2014
O Show
Estava no Souza (Praia do Forte) com meu ex namorado e um casal de amigos.
No palco, voz e violão.
No começo da noite tudo bem, mas quando começamos a ficar mais "alegrinhos", comecei a sentir falta de músicas mais animadas.
Resolvi ir no cantor pedir uma música. Quando disse o nome, ele disse que não cantava. Pedi outra e tive a mesma resposta e mais outra vez. Por fim, o cantor me entregou o "cardápio" de músicas que ele tocava pra eu escolher uma. Olhei, olhei, olhei e nada me animava. Como o "cardápio", apesar de não animador, era grande, resolvi sentar num banquinho que estava do lado do cantor para escolher com mais tranquilidade. Quando comecei a folhear o "cardápio musical", tive um pouquinho de dificuldade de entender (culpa do estado de alegria) e para resolver o problema, levantei do meu banquinho, fui calmamente até o cantor, pedi os óculos dele, coloquei no meu rosto e voltei para o meu banquinho.
Folheei mais um pouco e consegui uma mais ou menos.
Quando ele começou a cantar, vi que tinha uns timbais atrás dele e resolvi tocar, mas não acertava nenhuma batida dentro do ritmo. Foi aí que lembrei que meu amigo que estava na mesa era professor de música. Olhei pra ele e através de gestos pedi que me mostrasse a hora de bater no timbal. E assim foi, ele batia na mesa e eu no timbal.
Ainda querendo uma música mais animada, disse pro cantor que meu amigo cantava muito e pedi pra que ele o convidasse ao palco. E assim foi... O cantor chamou meu amigo.
Na hora de subir no palco, meu amigo tropeçou e, ao invés de se levantar, resolveu terminar o trajeto até o banco engatinhando. Após "escalar" o banco e se posicionar, recebeu o violão do cantor e começou uma música bem animada. Eu não pude ser a cantora, mas queria participar do show e , por isso, resolvi dançar.
Lembrei que na mesa ainda estavam meu ex namorado e a namorada do meu amigo. Para não deixá-los de fora, peguei o microfone e convidei os dois para irem ao palco participarem do show. Ele, que também estava alegrinho, topou e acabou arrumando uma meia lua pra tocar. Ela, a única que não estava alegrinha, resolveu se esconder atrás de uma árvore que tinha próxima ao palco.
Todos nos seus devidos lugares e o show começou. Meu amigo cantava axé, eu dançava funk e meu ex tocava meia lua.
E o cantor? O cantor tomava uma cerveja numa mesa em frente ao palco e assistia ao show na companhia de Souza, o dono do bar.
No palco, voz e violão.
No começo da noite tudo bem, mas quando começamos a ficar mais "alegrinhos", comecei a sentir falta de músicas mais animadas.
Resolvi ir no cantor pedir uma música. Quando disse o nome, ele disse que não cantava. Pedi outra e tive a mesma resposta e mais outra vez. Por fim, o cantor me entregou o "cardápio" de músicas que ele tocava pra eu escolher uma. Olhei, olhei, olhei e nada me animava. Como o "cardápio", apesar de não animador, era grande, resolvi sentar num banquinho que estava do lado do cantor para escolher com mais tranquilidade. Quando comecei a folhear o "cardápio musical", tive um pouquinho de dificuldade de entender (culpa do estado de alegria) e para resolver o problema, levantei do meu banquinho, fui calmamente até o cantor, pedi os óculos dele, coloquei no meu rosto e voltei para o meu banquinho.
Folheei mais um pouco e consegui uma mais ou menos.
Quando ele começou a cantar, vi que tinha uns timbais atrás dele e resolvi tocar, mas não acertava nenhuma batida dentro do ritmo. Foi aí que lembrei que meu amigo que estava na mesa era professor de música. Olhei pra ele e através de gestos pedi que me mostrasse a hora de bater no timbal. E assim foi, ele batia na mesa e eu no timbal.
Ainda querendo uma música mais animada, disse pro cantor que meu amigo cantava muito e pedi pra que ele o convidasse ao palco. E assim foi... O cantor chamou meu amigo.
Na hora de subir no palco, meu amigo tropeçou e, ao invés de se levantar, resolveu terminar o trajeto até o banco engatinhando. Após "escalar" o banco e se posicionar, recebeu o violão do cantor e começou uma música bem animada. Eu não pude ser a cantora, mas queria participar do show e , por isso, resolvi dançar.
Lembrei que na mesa ainda estavam meu ex namorado e a namorada do meu amigo. Para não deixá-los de fora, peguei o microfone e convidei os dois para irem ao palco participarem do show. Ele, que também estava alegrinho, topou e acabou arrumando uma meia lua pra tocar. Ela, a única que não estava alegrinha, resolveu se esconder atrás de uma árvore que tinha próxima ao palco.
Todos nos seus devidos lugares e o show começou. Meu amigo cantava axé, eu dançava funk e meu ex tocava meia lua.
E o cantor? O cantor tomava uma cerveja numa mesa em frente ao palco e assistia ao show na companhia de Souza, o dono do bar.
O Afogado
No mesmo feriado do "Estuprador do Capão e sua Assistente" fomos a uma cachoeira.
Chegando lá, tivemos como objetivo atravessar de um lado pro outro pra ficarmos numas pedras embaixo da queda d'água.
Quase todos os membros já tinham atravessado, restando apenas, ainda para realizar a "prova", eu, uma amiga e um amigo.
Esse amigo se posicionou determinado a cumprir a tarefa, mas ao invés de pular de uma vez, ficou colocando e tirando o pé da água na tentativa de medir a temperatura.
Depois de várias repetições eu perdi a paciência com aquela frescura e resolvi dar, literalmente, um empurrãozinho.
Assim que ele caiu na água, bateu os braços e as pernas na velocidade 5 do Créu e sem sair do lugar nem 1 centímetro, parou de bater. Ele é bem magro e como a água estava gelada, teve dificuldade de respirar, além de não ser um bom nadador (rs)
Do outro lado, nas pedras, a turma apontava pro "afogado" e ria como se ele estivesse brincando.
Depois de alguns bons goles de água da cachoeira, um da turma começou a achar que a brincadeira estava demorando demais e percebeu que ele estava, realmente, se afogando.
Imediatamente pulou na água e realizou o salvamento.
Depois disso o "afogado" nunca mais quis saber de viajar com a turma e só se encontra com a gente, aqui em Salvador, em terra firme.
domingo, 11 de maio de 2014
Cantadinha Operadora
O Estuprador do Capão e sua Assistente
Era um feriado grande e a turma resolveu ir pro Capão.
Ficamos todos (10 pessoas) na casa de um da turma que ficava no meio do mato.
Como a casa principal ficou cheia, eu e mais duas amigas fomos dormir na segunda casa que ficava um pouco mais pra baixo.
Depois de conversarmos todos na varanda da casa principal, resolvemos ir dormir. E lá fomos, eu e as duas, pra nossa casinha.
Tomamos banho, vestimos nossas camisolinhas e deitamos.
Ainda estávamos conversando quando ouvimos um barulho do lado de fora da casa.
Ficamos em silêncio e, olhando uma pra outra assustadas, esperávamos pra ver se o barulho iria se repetir.
E foi o que aconteceu. O barulho de novo.
Nesse momento uma das minhas amigas começou a tremer de uma forma que parecia um ataque epilético, enquanto a outra se escondia atrás de um mosqueteiro (isso mesmo, um mosqueteiro rsr) e toda encolhida repetia:
- Senhor, eu nunca peguei homem de ninguém!!
Eu, com medo, mas tentando acalmar as duas que estavam pior do que eu, disse que devia ser o vento. Assim que acabei de falar isso, ouvimos um barulho (tipo uma pancada) na janela e perdemos a esperança de ser o vento.
A que tremia começou a correr gritando dentro do quarto e a do mosqueteiro se encolhia cada vez mais repetindo, baixinho, que nunca tinha pegado homem de ninguém.
Na hora que a "treme-treme" passou perto da janela correndo, outra pancada foi dada e a janela se abriu.
Nesse momento ela "voou" pela janela, caiu no quintal e correu, desesperadamente, pra casa principal. Nem conseguiu ver que "o estuprador e sua assistente" eram um amigo e uma amiga que estavam na casa principal e resolveram fazer aquela "brincadeira" porque estavam sem sono e não tinham o que fazer.
Eu e a do mosqueteiro nos acalmamos, xingamos os dois e depois demos risada.
A treme-treme? Estava trancada no quarto do "estuprador e da assistente" e não deixou os dois entrarem de jeito nenhum. Tiveram que dormir na sala.
Ficamos todos (10 pessoas) na casa de um da turma que ficava no meio do mato.
Como a casa principal ficou cheia, eu e mais duas amigas fomos dormir na segunda casa que ficava um pouco mais pra baixo.
Depois de conversarmos todos na varanda da casa principal, resolvemos ir dormir. E lá fomos, eu e as duas, pra nossa casinha.
Tomamos banho, vestimos nossas camisolinhas e deitamos.
Ainda estávamos conversando quando ouvimos um barulho do lado de fora da casa.
Ficamos em silêncio e, olhando uma pra outra assustadas, esperávamos pra ver se o barulho iria se repetir.
E foi o que aconteceu. O barulho de novo.
Nesse momento uma das minhas amigas começou a tremer de uma forma que parecia um ataque epilético, enquanto a outra se escondia atrás de um mosqueteiro (isso mesmo, um mosqueteiro rsr) e toda encolhida repetia:- Senhor, eu nunca peguei homem de ninguém!!
Eu, com medo, mas tentando acalmar as duas que estavam pior do que eu, disse que devia ser o vento. Assim que acabei de falar isso, ouvimos um barulho (tipo uma pancada) na janela e perdemos a esperança de ser o vento.
A que tremia começou a correr gritando dentro do quarto e a do mosqueteiro se encolhia cada vez mais repetindo, baixinho, que nunca tinha pegado homem de ninguém.
Na hora que a "treme-treme" passou perto da janela correndo, outra pancada foi dada e a janela se abriu.
Nesse momento ela "voou" pela janela, caiu no quintal e correu, desesperadamente, pra casa principal. Nem conseguiu ver que "o estuprador e sua assistente" eram um amigo e uma amiga que estavam na casa principal e resolveram fazer aquela "brincadeira" porque estavam sem sono e não tinham o que fazer.
Eu e a do mosqueteiro nos acalmamos, xingamos os dois e depois demos risada.
A treme-treme? Estava trancada no quarto do "estuprador e da assistente" e não deixou os dois entrarem de jeito nenhum. Tiveram que dormir na sala.
O Ladrão e o Celular
Eram as Olimpíadas de Matemática, no colégio, e fui aplicar a prova em uma turma.
Antes da prova começar, fui explicar para os alunos como preencher o cabeçalho.
- Aqui é o nome de vocês.
- Aqui o endereço eletrônico.
Uma aluna levanta a mão e pergunta:
- Tem que colocar o número da casa?
Eu expliquei que era o e-mail.
Continuando...
- Aqui o telefone
Outro aluno levanta a mão.
Pensei comigo: dúvida em telefone?? Eu não conseguia imaginar qual seria a pergunta e disse:
- Pode falar.
O aluno perguntou:
- Pode colocar o número do celular que o ladrão roubou?
A única resposta que me veio à cabeça foi:
- Você conhece o ladrão pra se ligarem ele te dar o recado?
O aluno:
- Não
Eu:
- Então não pode.
Continuando...
Antes da prova começar, fui explicar para os alunos como preencher o cabeçalho.
- Aqui é o nome de vocês.
- Aqui o endereço eletrônico.
Uma aluna levanta a mão e pergunta:
- Tem que colocar o número da casa?
Eu expliquei que era o e-mail.
Continuando...
- Aqui o telefone
Outro aluno levanta a mão.
Pensei comigo: dúvida em telefone?? Eu não conseguia imaginar qual seria a pergunta e disse:
- Pode falar.
O aluno perguntou:
- Pode colocar o número do celular que o ladrão roubou?
A única resposta que me veio à cabeça foi:
- Você conhece o ladrão pra se ligarem ele te dar o recado?
O aluno:
- Não
Eu:
- Então não pode.
Continuando...
Aula Sábado???
Devido a greve dos colégios estaduais, vários sábados tiverem que se tornar letivo para fechar o calendário.
Os professores deveriam dar essa notícia nas salas de aula e explicar direitinho como seria o funcionamento.
Depois de passar essa informação em uma sala de aula, um aluno levanta a mão e pergunta:
- Pró, você dá ponto pra quem vem no sábado?
E eu, nem um pouco satisfeita com o calendário e numa tentativa desesperada dos alunos não irem, respondi:
- Não. Eu tiro.
* Tomara que minha diretora não leia meu blog rsrs
Os professores deveriam dar essa notícia nas salas de aula e explicar direitinho como seria o funcionamento.
Depois de passar essa informação em uma sala de aula, um aluno levanta a mão e pergunta:
- Pró, você dá ponto pra quem vem no sábado?
E eu, nem um pouco satisfeita com o calendário e numa tentativa desesperada dos alunos não irem, respondi:
- Não. Eu tiro.
* Tomara que minha diretora não leia meu blog rsrs
A Cobradora
Estava com mais duas amigas no Sarau du Brown quando uma delas chegou pra mim dizendo que tinha perdido todo o dinheiro que tinha levado e não tinha como beber.
Cheguei pra outra amiga e perguntei se ela podia me emprestar um determinado valor pra eu passar o meu dinheiro pra que tinha perdido.
Ela disse, na hora, que lógico, pois tinha levado uma boa quantia que daria pra nós duas.
Pronto, tudo resolvido. Quem dera...
Depois de algumas músicas, a amiga que me emprestou o dinheiro disse que iria no outro lado do Museu do Ritmo falar com um amigo dela que estava lá.
Tínhamos bebido um pouco, mas estávamos todas bem!
Depois de meia hora, mais ou menos, enxergo minha amiga voltando. Percebi que ela já não estava tão bem assim e até hoje me pergunto que "diabos" ela bebeu pra ficar tão doida em tão pouco tempo rs.
Continuei olhando e vi que ela vinha bem determinada na minha direção. Fiquei olhando e esperando ela chegar pra saber o que era.
Assim que ela chegou perto de mim, falou:
- Paga meu dinheiro que estou precisando.
Eu, passada com a cobrança, respondi:
- Não tenho como pagar agora, você acabou de me emprestar e eu já gastei.
Ela:
- Dê seus pulos. Tô precisando. Meu dinheiro acabou e quero beber mais
Eu:
- Não tem como dar meus pulos. Aqui não tem nenhum lugar pra sacar.
Depois que disse isso a ela, chamei a outra amiga e contei que estava sendo cobrada. Quando a "cobradora" viu a gente comentando a situação disse:
- Engraçado, vocês me devem e ainda querem me deixar sem graça. Mas pode deixar que vou dar um jeito. E saiu em direção ao bar.
Eu e a outra amiga ficamos sem ação e olhando a "cobradora" ir pro bar. Depois de uns minutos, ela sai do bar com um copo de bebida na mão. Como conseguiu? Até hoje eu não sei, mas que conseguiu, conseguiu.
Quando lembramos desse caso damos muita risada e achamos que ele deveria entrar no livro dos recordes pela cobrança mais rápida do mundo.
sábado, 10 de maio de 2014
Doutor Mais Que Especial
Torci meu pé no penúltimo dia de carnaval e não passava pela minha cabeça não pular o último dia, mas para não me sentir, completamente, irresponsável com minha saúde, resolvi passar uma mensagem para um amigo ortopedista.- Doutor, torci meu pé ontem, mas quero pular hoje de qualquer jeito. O que eu faço?
- Você pretende beber?
- Pretendia, por quê?
- Então beba, mas beba muuuito!!!
O que eu disse a ele? A resposta mais lógica que poderia ser:
- É por isso que te amo!!!
Segui direitinho a recomendação médica e meu pé sarou, como um milagre, em três dias após o término do carnaval.
Conselho: Siga sempre em risca as orientações médicas...rsrs :)
A Pseudocega
Eram mais ou menos 20:30 quando meu celular tocou.
Quando atendi, uma amiga aos prantos me dizia que estava ficando cega.
Comecei a falar pra ela se acalmar e me explicar o que estava acontecendo.
Ela continuava chorando e repetia:
- Eu não to vendo William Bonner! Eu não to vendo William Bonner!
Eu pedi pra que ela me explicasse direito.
Ainda aos prantos, ela me disse que só estava enxergando metade do apresentador e que a outra metade estava esfumaçada.
Eu tinha que ter alguma ideia para tentar acalmar aquele sofrimento todo.
Foi aí que disse:
- Tape um olho com uma mão e olhe pra William Bonner. Ta vendo o que?
Ela aos prantos respondeu:
- Só metade dele!!
Eu disse:
- Agora tape o outro e olhe pra ele novamente. Ta vendo o que?
Ainda aos prantos, ela respondeu:
- Só metade dele
Aí eu concluí:
- Pode ficar calma. Ta vendo que ninguém fica cego dos dois olhos ao mesmo tempo?!?!
E ela, parando de chorar, disse:
- É mesmo!
Essa foi minha primeira experiência como oftalmologista... E , modéstia parte, fui muito competente!!! rs
terça-feira, 6 de maio de 2014
A Barata Voadora
Estava num barzinho com uma amiga tomando uma cervejinha e colocando o papo em dia quando, de repente, apareceu uma barata voadora que resolveu fazer minha cabeça de "ninho".
Gelei na hora e fiquei paralisada com o susto e o nojo que sinto por esses "bichinhos" sem graça.
Comecei a olhar pra minha amiga, que se encontrava na cadeira da frente, pedindo socorro, claramente, com os olhos.
Ela começou a se levantar e sinalizar com as mãos para eu esperar, enquanto repetia:
- Calma, calma, calma!!
Comecei a me tranquilizar um pouco achando que toda aquela situação de pânico iria chegar ao fim com alguma atitude que me minha amiga estava prestes a ter.
Mero engano...
Enquanto ela falava calma e gesticulava, com as mãos, para eu ficar quieta, seus pés iam andando pra trás numa tentativa frenética de escapar daquele lugar antes que a barata voasse e fosse em direção a ela.
Quando percebi que minha amiga não estava num movimento de me socorrer, mas sim de salve-se que puder, sacudi minha cabeça com toda velocidade e agilidade do mundo até sentir que a barata tinha levantado pouso.
Esse voo causou vários gritos de mulheres de outras mesas e uma pertubação geral nos homens e nos garçons do bar.
Finalmente a barata percebeu que não era bem vinda e resolveu se retirar para "assombrar" outra freguesia.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
A Insensível
Estava num Pub com uma amiga e curtíamos o show bem perto do palco.
No início de uma música, o vocalista resolveu fazer uma "saudação" ao cantor, dizendo assim:
- Agora uma música dele! Ele que não está mais entre nós! Ele que partiu dessa pra melhor! Ele que está no andar de cima! Ele que...
Minha amiga, bem fria e insensível com todo aquele sentimentalismo, completou:
-MORREEEEU!!!
As pessoas em volta começaram a rir, a banda inteira caiu na risada e o vocalista decepcionado, com um sorrisinho amarelo no canto da boca, completou: - Isso, ele morreu!
Foram necessários 5 minutos pra banda se recuperar e retornar ao show.
Assinar:
Comentários (Atom)

.jpg)
.jpg)



.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)



.jpg)