sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O "Leite" Envenenado

Estava num barzinho com uma amiga e um amigo. Não preciso dizer que não estávamos bebendo leite, né?
Que bom! rs
Continuando...
Todos moravam perto do bar e estavam de carro. Por que esses detalhes? Porque um dos carros terá uma participação mais do que especial.
Depois de algumas rodadas, decidimos ir embora. Todos para seus respectivos carros e rumo pra casa.
Chegando em casa, tomei banho, arrumei algumas coisas e, por fim, passei um mensagem para cada um perguntando se haviam chegado bem. Depois do "ok" dos amigos, fui dormir tranquila.
Estava no meu terceiro sono quando meu celular tocou (3 da manhã).
Quando atendi, era minha amiga. Estranhei, mas não me assustei, pois havia recebido o "ok" dela. 
Mero engano. Era pra ter me assustado.
Ela estava um pouco perturbada me dizendo que não sabia onde estava o carro dela. Dizia que estava em algum lugar da paralela, mas não sabia a localização exata. 
Queria que eu fosse com ela à caça do carro sumido, mas eu disse que naquela hora, seria mais fácil caçar pokemon rs. 
Como o carro não tinha seguro e estávamos sozinhas, consegui convencê-la de irmos assim que amanhecesse. 
No primeiro horário da manhã, passei na casa dela e fomos atrás do "objeto" perdido. Várias voltas perto da casa dela e nada. 
Tive que trabalhar e disse que continuaríamos a procura mais tarde. 
Chegando na academia contei o ocorrido para o outro amigo que estava no bar e ficamos pensativos em relação ao que poderia ter acontecido. 
Deu o horário dele e ele foi almoçar na casa da mãe, o que significa atravessar a cidade. 
No meio do caminho ele enxergou um carro abandonado com várias pessoas olhando ... era ele, o carro da minha amiga. 
Estava há mais de 10 km da casa dela. 
Ele nos avisou e fomos buscar o carro. Levamos gasolina, achando que teria sido o motivo do carro ter ficado na rua, mas não era. Quando abrimos o capô tinha óleo pra todo lado. 
Além da minha amiga ter passado direto da casa dela, foi numa única marcha... a primeira. Por que? Porque tinha trocado, recentemente, de um carro automático para um de câmbio e o "leite" que bebeu fez com que esquecesse esse detalhe rs.
Ah! Como ela voltou pra casa? Uma alma boa viu uma mulher sozinha na paralela do lado de um carro quebrado e ofereceu carona.
Conclusão da história: um motor batido e a certeza que cachaça antes de matar, humilha rs. 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O Jeitinho Brasileiro

Estava no estacionamento do aeroporto, em direção ao meu carro, quando um carro se aproximou e:
- Boa tarde! Quanto tempo a senhora (odeio essa educação rs) ainda tem direito ao estacionamento?
- Uma hora
- E a senhora (olha ela de novo 😤) já está indo embora?
- Estou
- Acabei de entrar e ainda estou na carência. Será que se importa de trocarmos os tickets?
Eu, com medo de ser golpe, respondi:
- Pode até ser, mas só te entrego o meu depois que passar a cancela com o seu.
E assim foi. O "senhor" (me vinguei
😂) me entregou o ticket dele, estacionou o carro e saiu do estacionamento para receber o meu.
E... Deu tudo certo.
O valor que paguei no estacionamento serviu para dois carros.
🤔 Pensando bem, devia ter rachado o valor com ele rs.
Acho que vou começar a usar essa tática em estacionamento de shopping.
‪#‎acrisetabraba‬

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O Difícil, Dificílimo

Eu, uma amiga e dois amigos estávamos no Farol da Barra assistindo a saída dos trios.
Neste dia o Farol estava frequentado por muita família, adolescentes, heteros...
Enquanto conversávamos, meu amigo gay repetia sem parar que era difícil, dificílimo e, por isso, não ia paquerar com ninguém. 
Chegamos a duvidar, mas ele estava tão plantado que conseguiu nos convencer... Até entrarmos na pipoca do Babado Novo.
Assim que começamos a acompanhar o trio, meu amigo se "achou" e quando vimos ele tinha se transformado do difícil, dificílimo para o Taz. Isso mesmo!! Aquele bicho que anda girando e "comendo" tudo que vê pela frente.
Girava pra frente do trio e "crau", girava pro lado do trio e "crau", girava pro fundo do trio e "crau"...E girando e "crauzando" ele foi do Farol da Barra até Ondina sem parar.
Se difícil dificílimo é isso, tenha medo quando uma amigo disser que é fácil, facílimo!!

O Fura Olho

Estava no "meu camarote" quando um amigo chegou com outro amigo. Bem, assim pensei, que eram amigos. Mas quando fui apresentada fiquei sabendo que eles tinham se conhecido naquele mesmo dia enquanto assistiam alguns trios passarem. O amigo, que não era amigo (rs), perguntou se podia ir com ele, pois tinha se perdido da turma. Meu amigo disse que sim.
Para facilitar o caso, irei chamar o que não era amigo de "penetra".
Bem, introdução feita, vamos ao caso...
Quando fui apresentada ao penetra, disse a ele que tinha uma amiga massa para apresentá-lo, mas que ela já tinha ido embora. Falei que sempre ficávamos no mesmo lugar e que era para ele voltar no outro dia para se conhecerem. Acabamos de curtir a noite e todos foram pra casa.
No outro dia, como o combinado, o penetra chegou e, de imediato, perguntou por minha amiga. Eu disse que ela tinha ido atrás de um trio, mas que logo voltava.
Enquanto esperávamos por elam chamei meu amigo e o penetra para tomarmos uma skol beats, mas o penetra disse que não bebia.
Assim que escutei essa informação falei que ele teria que beber, pois eu não confiava em quem não bebia (rs). Ele "obedeceu" e começamos a beber.
Conversa vai, conversa vem, minha amiga chegou. Apresentações feitas e acabaram ficando.
Curtimos um pouco a noite até que minha amiga disse que ia embora. Fiquei sem entender, pois tinha, praticamente, acabado de ficar com o penetra. Fui conversar com ela e ela me disse que achou ele sem "pegada". Logo em seguida meu amigo foi embora, ficando na rua eu, o penetra e dois amigos gays que também são amigos dela.
Estávamos conversando, quando se aproximou o último trio e um dos meus amigos deu a ideia de seguirmos. Lá vamos nós!
Os quatro pulando atrás do trio e bebendo skol beats.
Quando o trio terminou, começamos a voltar. No meio do caminho percebi a aproximação do penetra com um dos meus amigos gay, mas achei tranquilo. Quase chegando no prédio onde eu estava com esses  dois amigos, um encontrou um paquera e se despediu. Continuamos na caminhada eu, o penetra e o outro amigo gay. Quanto mais andávamos, mais os dois se aproximavam até que chegamos no prédio. Quando achei que nós dois daríamos tchau ao penetra, fui surpreendida recebendo tchau dos dois... Isso mesmo!! Fiquei no prédio e os dois seguiram. Acho que não preciso continuar o caso até o fim, né?
Lembram quando eu disse que não confiava em quem não bebia?? 



A Abordagem Policial

Eu e duas amigas, uma gay, estávamos indo para o carnaval e, próximo a chegada do circuito, tivemos que passar por uma abordagem policial.
Uma amiga passou e a policial a revistou caprichadamente: passou as mãos na barriga, na bunda, entre as coxas e pra finalizar apertou os seios dela. Nada diferente na minha vez.
Assim que passei pela policial fui andando lentamente com minha amiga e comentando que tinha achado um absurdo ter sido revistada daquela forma. Assim que minha amiga começou a falar que também não tinha gostado, a outra amiga (gay) chegou dizendo:
- Meninas, podem ir adiantando porque eu vou ficar entrando e saindo, entrando e saindo....
Aprendizado do dia: Não é tudo que desagrada a todos! rs